Fazer sexo é mais importante do que ter filhos no casamento – por Sarah Sobreira

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É a lei quem diz isso, mas ninguém está falando aqui que a mesma protege nenhum ninfomaníaco em vez da sua prole.

Não é bem a lei, mas algo de valor similar, a doutrina, que é o estudo de vários especialistas de um determinado assunto de Direito, que estabelece tal.

Em outras palavras, no matrimônio, o sexo tem mais relevância do que a procriação. Atualmente, a sua principal característica é a plena comunhão de vida entre os cônjuges e, não, a constituição de família. Tanto que o casamento pode ser anulado em caso de impotência ‘corundi’, mas por impotência ‘generandi’, não. Elas, respectivamente, significam impotência sexual e esterilidade.

Para tentar entender é o seguinte: Duas pessoas se casam geralmente – ou deveria – pelo amor que uma sente pela outra. Isso seria a causa. E, como resultado dessa união, nascem os filhos, que seriam os frutos, as consequências dessa relação.

Enfim, a prioridade no casamento é a vida compartilhada entre as pessoas que decidiram juntar suas escovas de dentes. Os filhos vêm depois, o que não impede de serem amados e respeitados da mesma forma que os seus genitores se amam e se respeitam entre si.

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