Ícones de estilo: História e Moda – Por Márcia Miranda

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Você sabia que em todos os períodos da história a moda teve influencia?
Isso mesmo! Seja em décadas, políticas, religiões e até mesmo nas guerras, a moda não parou. Tudo bem que se adequou ao momento, mas é interessante saber que nem nas situações mais adversas, a força da moda foi além da
necessidade.

E convenhamos, a moda muda a vida, os sentimentos e o dia a dia de qualquer mulher.
E então vou mostrar 10 looks que tiveram destaques e ainda hoje são atemporais.
Conto a história de 05 looks e na minha próxima coluna mais 05 looks. Okay?

Algumas peças se tornaram ícones de estilo e passaram a ser obrigatórias nos guardas-roupas femininos e certas roupas são consideradas patrimônio fashion.

São aquelas peças que combinam com qualquer atitude e nunca saem de moda. Assim fazem sucesso em todas as faixas etárias.
Saiba agora quais são elas:

Vestido tubinho
Usado pela atriz Audrey Hepburn no filme “Bonequinha de luxo”, o vestido tornou-se inesquecível. Considerado um dos maiores ícones da indumentária feminina, foi inventada nos anos de 1960 pelo estilista Yves Saint Laurent.

Na época, causou alvoroço e frisson pois era bastante moderno e ousado para os padrões. Nesse período, eram comuns vestidos de rendas e saias rodadas. Os tubinhos vieram para destacar as curvas femininas, e por meio deles, a mulher mostrava que era independente.

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Alfaiataria
Até o inicio do século XX, as peças fizeram parte apenas do vestuário masculino. Depois a produção de blazers, ternos e calças para as mulheres se popularizou. Isso porque a primeira guerra mundial ajudou a impulsionar uma revolução nas roupas femininas.

As mulheres precisavam assumir vários postos de trabalhos enquanto os homens estavam lutando. Hoje em dia, os itens de alfaiataria deixaram de ser usados apenas por executivas, e, por terem corte e caimento perfeito fica bem em ambientes menos formais.

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Camisa branca
Item especial para qualquer pessoa. Historiadores afirmam que a camisa tem origem egípcia, naquela época, com modelagem reta. Com o tempo evoluiu e no fim da idade média já era popular.

No século XIX, as camisas eram feitas de tecidos mais finos e modeladas par exibir uma figura moldada pelo espartilho. Depois, tornou-se mais comum a camisa social com colarinho e mangas bufantes e românticas.

Nos anos 1920, Chanel surgiu com um novo conceito que inspirou as mulheres a serem mais livres. Cabelos curtos, camisas brancas e blazers passaram a fazer parte do contexto da moda feminina, e até hoje, fazem parte do guarda-roupa.

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Jaqueta
De jeans ou de couro, as jaquetas ainda hoje estão presentes no dia a dia . Elas se popularizaram na Primeira Guerra Mundial quando os militares precisavam se proteger do frio. Nesta época, era uma peça tipicamente masculina.
Em 1950, a jaqueta de couro tornou-se ícone porque astros de Hollywood, como Gary Cooper e Marlon Brandon, fizeram dela sua peça predileta.

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Minissaia
Em 1964, inspirada pela roupagem das ruas, a britânica Mary Quant decidiu levantar a bainha das saias. Nascia assim, a famosa minissaia, na qual a barra da saia deve ficar na altura do meio das coxas.

O nome foi inspirado no automóvel Mini. A minissaia era uma maneira de se “rebelar”, disse a estilista em entrevista para o jornal norte-americano New York Daily.
A top model Twiggy se tornou a garota-propaganda oficial da peça, que sempre mostrou a feminilidade e liberdade de expressão das mulheres.
A minissaia é um item bem feminino, mas muitas vezes, é deixado de lado pelas mulheres por não saberem como combiná-la.
Para não errar, escolha tops amplos e soltinhos, camisas de alfaiataria são boas opções para deixar o visual mais elegante. “Vá de maxi colar, sapatilhas ou ankle boots sem medo de cometer uma gafe”, explica a consultora de moda Camy Filgueiras.

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Fonte: Guia a História da Moda-On line Editora.

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