DO PRÊT A PORTER AO FAST FASHION.

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Olá pessoal!!!

Nossa coluna será sobre informações, dicas, curiosidades, e sempre em sintonia com os mais variados papos sobre esse assunto que nos deixa intrigado, que é o mundo maravilhoso da nossa moda.

Então…. Vamos ao pouco de conhecimentos de expressões.
Melhor então explicar cada uma para entendermos a importância que já teve uma e a força que a outra tem.

O que significa prêt-à-porter?
É o mesmo que ready-to-wear, expressão que significa “pronto para vestir” ou “pronto para usar”. Surgiu no final da década de 1940 para indicar roupas confeccionadas em série, como resultado da industrialização da moda. Até então, as roupas eram feitas sob encomenda e sob medida (alta costura). É aquela roupa de grife que não é de alta costura. A alta costura é feita sob medida e o modelo é exclusivo, enquanto, Prêt-à-Porter as grifes fazem pronta entrega, porém, não é feito sob medida e é vendido nas lojas. A França e os Estados Unidos foram os primeiros a iniciar o processo, e o nosso responsável pelo pioneirismo no Brasil, foi o nosso eterno “Clodovil”.

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E o Fast fashion?

Moda rápida é o termo utilizado por grandes magazines para produções contínuas de novidades, podendo gerar para essas grandes redes um aumento de faturamento.
Os grandes magazines de fast fashion, tiveram uma grande sacada de criar novas coleções com estilistas renomados nacionais e internacionais, com um marketing de desejar ao consumidor, e preços de acordo com as coleções produzidas e nome associado. E conseguiu atingir que a classe “Ä” se misturasse e também fosse um potencial comprador.
Com uma moda compacta, modelos novos o tempo todo e retirando das araras o que não vende e repondo o que emplacou. Ao mesmo tempo em que os estoques se ampliam nesse modelo, eles ficam mais restritos: nem todos os números e tamanhos estão disponíveis na coleção, nem todas as cores e estampas existem para cada um dos produtos.

Para o nosso consumo, a “RIACHUELO”, “RENNER”, “C&A’ são fortes em todo o Brasil.
Mas para quem viaja bem aí para São Paulo, temos a “FOREVER” e a antenadíssima espanhola “ZARA”.

O fast fashion trabalha com caçadores de tendências. A “ZARA”, por exemplo, não usa informações das lojas, costuma ouvir mais os compradores, é mais qualitativa.
É preciso oferecer uma resposta rápida daquilo que o consumidor quer, por isso possui 300 designers e faz uma coleção a cada 15 dias.

Por milhões de razões, temos todas as opções de moda, é só correr na loja mais próxima, e pode ter certeza que terá produtos que na semana passada se você foi lá, não viu.

Márcia Miranda
Graduada em Design de Moda
Especialista em Gestão de Negócios da Moda
Mestranda em Educação, Arte e História da Cultura

 

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